Experimentando novas sensações
A nossa percepção de mundo, se forma por meio dos sentidos sensoriais: audição, tato, paladar, olfato e visão. Eles constituem um conjunto de funções que propicia o nosso relacionamento com o ambiente. Por meio dos sentidos, o nosso corpo pode perceber tudo o que nos rodeia; e de acordo com as sensações, decide o que assegura a sobrevivência e a integração com o ambiente.
Contudo, sabemos que alguns indivíduos já nascem com algumas limitações devido a ausências de um ou mais destes sentidos, mas que essas limitações não são empecilhos para a normal convivência social, uma vez que, outros sentidos tornam-se mais aguçados.
E na vida escolar, como é? A escola realmente está preparada e adaptada para incluir essas pessoas, sejam crianças, adolescentes ou adultos? A educação é efetivamente inclusiva? Sabemos que a educação é um direito de todos! A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), no 9.394/96 (Brasil, 1996), no Capítulo III, art. 4º, inciso III, diz que é dever do Estado garantir o “atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino”.
O objetivo desse projeto é analisar e refletir o processo de inclusão do aluno especial no ambiente escolar, por meio de aulas práticas a partir do sistema sensorial. Para execução desse projeto iremos trabalhar o sistema sensorial, destacando cada um dos sentidos, em aulas determinadas. Desta forma, teremos cinco momentos de 2 aulas de 50 minutos cada aula, nas quais a metodologia seguinte, será executada:
Em cada um desses momentos, o professor por meio de aula expositiva dialógica, irá abordar um dos cincos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar). Depois irá executar com os alunos, experimentos que possibilitem perceber na prática, a importância dos órgãos sensoriais.
Rosimeri de Lourdes Estevão Cunha e Weberte da Silva Figueiredo
Estágio II Ciências Biológicas EaD
Orientadora: Rute Alves de Sousa
Supervisora: Alda Ferreira dos Santos Wanderley
A questão de ter alunos com necessidades especiais em sala de aula e complexo. Os conteúdos para um cego pode ser resolvido utilizando a ferramenta braile. No entanto como inserir uma prática de laboratório, como pipetar uma solução e esse aluno saber que aferiu o volume certo vê uma complicação . Como o grupo vê essa questão? Já existem equipamentos que os cegos ou pessoas com dificuldade de visão sejam incluídas no sistema de aulas praticas
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